Amanhã estamos de partida para Chiang Mai, no Norte da Tailândia.
Caiu a noite. Apanhámos um tuk-tuk (espécie de táxi-motociclo para pequenos trajectos dentro da cidade, típico por estas bandas, muito castiço) até à estação de comboios para comprar o bilhete.
Caiu a noite. Apanhámos um tuk-tuk (espécie de táxi-motociclo para pequenos trajectos dentro da cidade, típico por estas bandas, muito castiço) até à estação de comboios para comprar o bilhete.
Azar dos azares (ou talvez sorte!) o primeiro comboio da manhã estava overbooked e não podíamos ir no da tarde porque já tínhamos hotel confirmado e pago para aquela noite.Decidimos ir de autocarro e, assim, encurtámos a nossa viagem de 12h para apenas 9h(!), e viajámos numa camioneta expresso climatizada, com WC e almoço incluído! Coisa fina - pensámos nós na nossa ingenuidade de novatas por estas paragens - por menos de 10 euros cada uma, íamos viajar à grande, no lugar de ir encafuadas num comboio do tempo da outra senhora, um verdadeiro galinheiro imundo e sem ar condicionado. Ou talvez não...

Com a saga dos bilhetes, demorámos cerca de 1 hora. O motorista do tuk-tuk, que garantira ficar à nossa espera junto a estação escura, suja e mal frequentada, tinha simplesmente desaparecido! O que vale é que o servico não é em pré-pagamento, e lá conseguimos arranjar outro tuk-tuk para nos levar ao nosso destino. Intencionalmente levou-nos para outro lugar diferente daquele que havíamos pedido e queria cobrar mais para nos levar ao sítio certo. Reclamámos, naturalmente. (Até poderíamos ser enganadas, mas de preferência, não com o nosso consentimento!) O condutor, manifestamente irritado, e pronunciando um discurso imperceptível nesta língua madrasta, arrancou e disse em mau inglês que nos ia levar de volta para onde tínhamos partido.
Nem pensámos 2 vezes: no meio do trânsito caótico da cidade, sem saber onde estávamos, saltámos borda fora do motociclo em pleno movimento e sem pagar!
Regressámos ao hotel noutro tuk-tuk e, à chegada, demos de caras com o motorista fugitivo. Tudo se esclareceu e pagámos o serviço. O Wis pareceu-nos um tipo porreiro e ficámos com o contacto dele para quando voltarmos a Bangkok. Este pareceu ser, apesar de tudo, de confiança e, decididamente, não queremos mais aventuras com tuk-tuk's na capital...
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