Para hoje reservámos um passeio em Phi Phi Ley, a ilha a sul. Uma vez que se trata de um Parque Marítimo Nacional, não está habitada, e paga-se uma taxa de 200BT (cerca de 4 euros) para atracar na ilha.
Pagámos 1300BT (menos de 30 euros) pelo aluguer do longtail boat, para 2 pessoas, durante 4 horas.
Visitámos a ilha pela costa ocidental e atracámos em Maya Bay, onde foi rodado o filme "A Praia", com o Leonardo di Caprio. Uma baía magnífica, com um senão: demasiado explorado. Dezenas de speedboats com os seus motores em fúria despejam carradas de visitantes, que conspurcam e perturbam a harmonia natural deste pacífico lugar. Até vidros encontrei na areia! E nem um único caixote do lixo à vista. A taxa obrigatória - ou pseudo-contribuição-para-preservação-da natureza-blá-blá-blá - serve tão somente para explorar os turistas. Mea Culpa!
Trinta minutos depois, seguimos caminho e parámos em Loh-Samah Bay, um spot espectacular para fazer snorkeling e scuba diving! Ali ficámos mais meia hora, a confundirmo-nos com os múltiplos cardumes de peixes. Para baptismo de snorkeling, foi, sem dúvida, uma óptima estreia!
Continuámos o passeio, rumo a Pileh Bay. Neste singular recanto de água verde esmeralda, para onde se precipitam sobranceiros os gigantes rochedos de calcário, deixamo-nos levar devagarinho... esquecendo que o tempo existe...
No regresso, pela costa oriental da ilha, espreitámos por fora a Viking Cave (gruta ao nível do mar onde aves diversas nidificam, deve o seu nome a pinturas ancestrais gravadas nas paredes, que se assemelham a barcos Viking).
De volta ao "Holiday Inn", demos por nós, juntamente com outros hóspedes do hotel, a testemunhar o casamento de um casal ocidental, segundo os rituais locais. Um pouco kitsch, mas divertido!
À noite, no hotel, um dos hóspedes, viajante solitário na casa dos 60, meteu conversa ocasional connosco, que às tantas virou "oferecer um copo", e depois já ía em "tenho o papel sobre essa ilha no quarto"... pois, pois... o melhor é pirarmo-nos daqui de mansinho!
Quando chegámos ao bungalow, o telefone tocava. Seria da recepção - pensámos. Provavelmente esqueceramos alguma coisa no lounge. Não. Era o tal homem com uma desculpa estranha, a meter conversa de novo. Não queríamos acreditar! Inadmissível! Telefonei para a recepção p/ efectuar a minha justa reclamação! Garantiram que os dados dos hóspedes são confidenciais, e que a chamada foi efectuada pelo funcionário da recepção e transferida depois.
Mas não ficámos lá muito descansadas... Não conseguíamos adormecer, procurando na escuridão lá fora, qualquer movimentação estranha em redor, que denunciasse o tal homem tarado, qual "serial killer" em busca de mais uma vítima...
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